O MESMO DO MESMO CONTINUA! OU TUDO COMO ANTES!

MUDA A ADMINISTRAÇÃO, O PARTIDO, MAS O ALINHAMENTO E AS
INDICAÇÕES POLÍTICAS CONTINUAM DO MESMO JEITO

 

Prezado Associado,

Nova administração, novos procedimentos, outras táticas, mas a fatura a ser paga é a mesma. Indicações políticas para funções estratégicas das instituições que estamos vinculados (Correios, Postalis e Postal Saúde)

Está sendo muito importante para as entidades representativas dos empregados a aproximação e as reuniões realizadas pela nova Diretoria da Empresa, entretanto, boa parte do discurso está bem diferente da prática.

Se fala em reconhecimento dos técnicos especializados, existentes nas entidades citadas, na meritocracia, mas os cedidos e as indicações políticas continuam em ritmo cada vez mais acelerado.

Agora chegou a vez da Postal Saúde, ou seja, nem a nossa caixa de assistência médica, que cuida da saúde dos empregados e seus dependentes escapou ilesa do aparelhamento político. Houve um trabalho de saneamento, de auditoria, muita coisa errada está sendo descoberta, os contratos estão sendo revistos, mas… a politicagem barata voltou a dar as caras.

Uma das mais importantes funções da Postal Saúde é o Gerente de URR – (Unidade de Representação Regional), que faz o atendimento e a intermediação de contratos e procedimentos com os Beneficiários e Credenciados, objetivando manter um atendimento de qualidade e um apoio técnico e logístico.

A Postal Saúde, que possui 28 URRs, uma em cada Estado e duas em São Paulo, teve a nomeação de aproximadamente dez gerentes com vínculos apenas partidários, que substituíram técnicos especializados, com anos de dedicação a atividade, alguns desde quando o CORREIOS SAUDE, era administrado pelos Correios.

O maior absurdo é que querem que os técnicos substituídos continuem exercendo as suas funções técnicas, ganhando menos do que atualmente, para cobrir a deficiência e ausência dos indicados politicamente.

Isso é no mínimo constrangedor e incoerente para uma administração que pretende melhorar as instituições citadas.

A ADCAP não compartilha com esse estado de coisas e conclama a Administração da ECT, para o uso do bom senso, exonerando os afilhados partidários indicados e o aproveitamento dos técnicos especializados da Postal Saúde e dos Correios. Uma política séria se faz com respeito à coisa pública. Não se pode dispor do patrimônio do povo brasileiro como se fosse de propriedade de um partido. A política é importante e necessária mas a sociedade tem mostrado, de forma cada vez mais clara, que não aceita mais a politicagem de compadrio, de benefício próprio ou de grupos. BASTA!

DIRETORIA ADCAP Nacional.

 

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