Notícias Planos de Saúde – Agência constata retração no número de usuários de planos de saúde – Veja Mais!

Planos de Saúde do Tocantins estão entre os 

mais caros do Brasil
G1

18/08/2016

http://g1.globo.com/to/tocantins/videos/v/planos-de-saude-do-tocantins-estao-entre-os-mais-caros-do-brasil/5245739/
Agência constata retração no número de 

usuários de planos de saúde
Época

17/08/2016

O número de usuários de planos de saúdes caiu 3,4% em julho em comparação com o mesmo período do ano passado. Eram 50,1 milhões, ante 48,4 milhões registrados no mês passado, de acordo com informações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A queda foi puxada por São Paulo, onde houve diminuição de 3,7% no número de usuários. Em razão da crise econômica, havia previsão de que o encolhimento no setor poderia ser mais acentuado.Mas houve aumento de usuários em seis estados:  Alagoas, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Piauí, Sergipe, Tocantins. O Piauí, por exemplo, apresentou crescimento de 4,8%.

Postal Saúde indica substitutos para 

prestador suspenso em SP
Postal Saúde

17/08/2016

Informamos aos beneficiários do interior de São Paulo que o prestador Unimed São José do Rio Preto está com os atendimentos suspensos. Confira informações sobre a indicação da Postal Saúde para suprir a demanda na região:

CASA DE SAÚDE SANTA HELENA

Rua Independência, 3102 Centro, São Jose Do Rio Preto CEP: 15010-110

(17) 3211- 8500

HOSPITAL AUSTA

Avenida Murchid Homsi, 1385 TE 1385 Vila Elvira, São Jose Do Rio Preto – SP CEP: 15070-650

(17) 3221-3000

HOSPITAL DO CORAÇÃO DO IMC (CARDIOLOGIA)

Rua Ondima, 667 Redentora, São Jose Do Rio Preto – SP CEP: 15015-205

(17) 3203-4022

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA RIO PRETO

Rua Fritz Jacobs, 1236 Boa Vista, São Jose Do Rio Preto – SP CEP: 15025-500

(17) 2139-9258
ANS Desconhece Comissão De Trabalho Para 

Plano De Saúde Popular
SEGS

16 Agosto 2016

Em comunicado oficial, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) diz que não tinha conhecimento do grupo de trabalho que está avaliando a viabilidade do plano de saúde popular, sugerido pelo Ministro da Saúde, Ricardo Barros. “A Agência reitera sua autonomia técnica para regular o mercado de Saúde Suplementar, nos termos delimitados pelas leis 9.656/98 e 9.961/2000”, diz o comunicado.

Com a justificativa de desafogar o Sistema Único de Saúde (SUS), a proposta do Ministro é ter outras faixas de plano de saúde para que mais pessoas possam contribuir com o financiamento da saúde no Brasil. Barros ainda explica que no plano popular com uma menor cobertura, os atendimentos que não estão previstos pela ANS, serão feitos através do SUS.

O Ministro disse que espera mobilizar a Agência a reduzir a cobertura mínima de serviços exigida aos planos, a fim de atender a proposta. No entanto, a aprovação do novo modelo tem que ser da ANS, que é a autarquia responsável pela regulação do setor.
ANS detalha critérios de seleção de 

operadoras que serão objeto do segundo ciclo da Intervenção Fiscalizatória
SEGS

16 Agosto 2016

A Diretoria de Fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) elaborou nota técnica em que detalha os critérios que serão utilizados para a seleção das operadoras que irão compor o Plano Semestral de Intervenção Fiscalizatória a ser executado no segundo ciclo de fiscalização. A medida atende o disposto no artigo 49 da Resolução Normativa n° 388/2015 e nos artigos 13 e 14 da Instrução Normativa n° 13/2016.

A nota técnica estabelece o Indicador de Fiscalização como principal critério de seleção. Esse índice corresponde à média ponderada das demandas processadas através do procedimento da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP) classificadas como resolvidas pelo reconhecimento da reparação voluntária e eficaz (RVE) e não resolvidas, registradas durante o ciclo de fiscalização.

Além do Indicador de Fiscalização, também serão objeto da Intervenção Fiscalizatória as operadoras de cada modalidade que mais receberam reclamações durante o primeiro ciclo de fiscalização. Ao todo, 17 operadoras serão selecionadas, sendo dez pelo critério do Indicador de Fiscalização e outras sete segundo a análise do número absoluto de demandas recepcionadas.

Ações fiscalizatórias – A Intervenção Fiscalizatória é o conjunto de ações a serem executadas pelos agentes designados para a realização das operações fiscalizatórias, conforme definido pela RN nº 388. A cada ciclo – que corresponde ao período de seis meses de acompanhamento de todas as demandas processadas no procedimento de Notificação de Intermediação Preliminar (NIP) -, uma lista de operadoras, definidas a partir de critérios definidos pela ANS, serão fiscalizadas.

O primeiro ciclo iniciou-se com a entrada em vigor da RN nº 388; os demais serão sucessivos e subsequentes, com cortes temporais semestrais. As operadoras objeto de Intervenção Fiscalizatória que, ao final do ciclo de acompanhamento não migrarem, no mínimo, para a faixa imediatamente melhor qualificada ou não providenciarem os ajustes das irregularidades apontadas no relatório de diagnóstico, sofrerão a aplicação de medidas sancionadoras, conforme previsto no artigo 53 da RN nº 388.

Confira abaixo a legislação relacionada:

RN nº 388/2015

IN nº 13/2016

Planos de saúde perdem 1,7 milhão de 

clientes em julho
O Globo

15/08/2016

Cerca de 1,7 milhão de pessoas deixaram de ser clientes de planos de saúde entre julho de 2015 e o mesmo mês deste ano.

Segundo dados da ANS, havia 50 milhões de usuários no ano passado. O número caiu para 48,3 milhões em 2016.

Já na comparação mensal, cerca de 150 mil clientes deixaram os planos entre junho e julho.

Para sair da crise, planos de saúde e ANS 

buscam novos modelos
O Globo

14/08/2016

RIO – Achar uma saída para a crise sem precedentes no sistema de saúde suplementar, que já tirou 1,6 milhão de brasileiros dos planos de assistência médica em 12 meses, encerrados em junho, não é tarefa simples. Iniciativas inovadoras, voltadas à prevenção e outras especificamente a idosos, têm mostrado que é possível melhorar a qualidade do atendimento ao consumidor e, ao mesmo tempo, equilibrar as contas das empresas.

Para além do plano de saúde popular, sugerido pelo Ministro da Saúde, Ricardo Barros, a ANS, agência reguladora do setor, discute com representantes de empresas e usuários, desde o ano passado, novos formatos para a área. Debate-se, por exemplo, a mudança da remuneração de prestadores de serviço, que passariam a ser avaliados pelo resultado de seu trabalho para a saúde do usuário. Outra alternativa em discussão é a existência de franquia, como há no seguro de automóveis, para baratear o custo da mensalidade para o usuário.

— Hoje, temos uma saúde de altíssimo custo e baixa efetividade. Precisamos descobrir como garantir, de verdade, que a saúde seja universal, igualitária e eficiente, com boas perspectivas para todos. Para a maioria das pessoas, universal quer dizer sem limite, mas a realidade não é essa. Vamos ter que rediscutir direitos e deveres e o que é consumo em saúde: é fazer exames, ressonância, ou ter um bom resultado? — analisa Martha Oliveira, diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS.

DE VOLTA AO MÉDICO DE FAMÍLIA

Para Solange Beatriz Mendes, presidente da FenaSaúde, que representa o setor de saúde suplementar, não há “solução mágica” que torne o sistema imediatamente sustentável e adequado à realidade brasileira.

— É preciso entender e discutir seja o modelo que for: de franquia, coparticipação, individual, popular. O importante é trazer o consumidor para esse debate. Hoje, ele é apenas um usuário, paga, não controla. Nesse sentido, a coparticipação pode ser útil para uma mudança de comportamento, muito mais do que pela colaboração financeira. Precisamos combater o desperdício. Não é possível que brasileiros tenham mais necessidade de ressonância magnética do que outros povos — exemplifica.

Algumas iniciativas são citadas por especialistas e empresas como exemplo. A Unimed Guarulhos, pioneira entre as cooperativas do grupo, adotou um sistema de atenção básica à saúde, nos moldes do programa médico de família. No primeiro ano de implantação do projeto, em 2012, a cooperativa reduziu em 63% a utilização do pronto-socorro e em 35% o custo assistencial. E, desde então, os custos têm se mantido abaixo dos verificados antes da implantação do sistema.

— Quando o atendimento é promovido de maneira contínua, com orientação ao paciente, sem desperdícios e com intervenções clínicas realizadas em tempo hábil, melhoramos a qualidade de vida dos pacientes, os indicadores de saúde, e, consequentemente, isso gera o equilíbrio econômico e financeiro dos planos — afirma Cloer Vescia Alves, coodenador do Comitê de Atenção Integral à Saúde (CAS) da Unimed do Brasil, que incentivou a adoção da prática pelas suas afiliadas.

A dona de casa Tânia Fogaça Bernardo conheceu o Núcleo de Atenção Primária à Saúde da Unimed Guarulhos através de sua irmã Kezia.

— Minha irmã é acompanhada pelo médico de família e está satisfeita. Essa foi meu primeiro atendimento, e gostei bastante — afirma Tânia, que levou o filho Caio para se consultar na semana passada.

Para Vanessa de Souza Silva, também paciente do núcleo, uma das diferenças fundamentais é o acompanhamento do histórico médico:

— E quando tenho um problema, ligo e sou rapidamente atendida. A consulta é agendada em, no máximo, dois dias.

Andrea Gushken, líder do projeto, diz que não há segmentação por idade ou sexo para participar do programa:

— O alvo são as pessoas, e não as doenças.

MUDANÇA URGENTE

Num cenário delicado para o segmento, que levou à quebra da Unimed Paulistana e à crise da Unimed-Rio, o grupo também investe no modelo médico de família em Vitória, Vila Velha e Aracruz, que somam 27 mil participantes.

A mudança do foco para a atenção primária é uma urgência, diz Martha, da ANS. Ela conta que, há pouco mais de um ano, a agência implantou o projeto Parto Adequado, que tem por objetivo reduzir o número de cesárias desnecessárias. Cerca de 40 hospitais aderiram à iniciativa, e hoje há outros cem querendo entrar no projeto, que conta com o apoio de 18 operadoras de planos de saúde.

— Tem que ter atenção básica, mas com articulação da rede. Isso representa uma forma de operar diferente, como a implementada no Projeto Parto Adequado. Em seis meses, reduzimos em 20% a internação em UTI neonatal — exemplifica a diretora da ANS.

Maria Inês Dolci, coordenadora Institucional da Proteste — Associação de Consumidores, que tem participado dos grupos de trabalho da ANS, reconhece a importância de se encontrar um equilíbrio para as contas das empresas, mas se preocupa com o fato de que cada vez mais consumidores são excluídos da saúde suplementar, por razões como falta de capacidade de pagamento e idade. E mostra preocupação com a pressão constante das operadoras para uma redução na regulação do setor:

— É imprescindível ter um modelo economicamente sustentável, mas isso não pode significar retrocesso de direitos. Sem dúvida, o foco deve ser prevenção, gestão inteligente e transparência.

Na visão da professora do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro Lígia Bahia, para ser autossustentável, a assistência suplementar precisa, realmente, investir mais em saúde:

— As empresas teriam de sair de um modus operandi de competição pela venda de planos e entrar no mundo da saúde propriamente dito. Até agora, atuam como bureau de vendas. Há grandes companhias do setor que não investem em pesquisa, inovação tecnológica de produtos ou de processos de gestão.

O rápido envelhecimento da população é outro desafio, já que os planos para os maiores de 65 anos são muito mais caros. De olho nesse público, a ANS vai implementar neste semestre, em 15 hospitais, o programa de atenção básica “Idoso bem cuidado”, focado na reestruturação da rede de atendimento a essa faixa etária. Foi constatado que, em muitos casos, o atendimento é inadequado, o que acaba causando problemas, como intoxicação medicamentosa e internações repetitivas.

Relegados por muitas operadoras, os brasileiros acima de 40 anos estão sendo alvo de planos específicos para a sua faixa etária. Caso da Prevent Senior, com mais de 35 unidades próprias em São Paulo, que focou a sua atividade em planos individuais para este segmento, e já tem projetos de expansão. Em estudo está a entrada no mercado carioca.

— Como são pessoas que já têm um histórico, por vezes de problemas preexistentes, a nossa assistência busca entender qual é a melhor forma de atendê-lo e de trazer mais saúde e qualidade de vida. E, dessa forma, obtemos um bom resultado médico, sem onerar demais a mensalidade — explica Fernando Parrillo, CEO da empresa.

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